Alforria
Alguém me procurou e eu não estava
Minha cela vazia
Não me albergou
Meu cativeiro me enjeitou
E em meu silêncio se entoou
Uma balada de amor
Alguém me procurou e eu estava
Sobrevoando as nuvens
Levando em meu olhos
O brilho dos azuis e das esmeraldas
E em minha mãos flocos de nuvens
Se transformaram em liberdade
© Piedade Araújo Sol
Funchal, 31/08/2005

estiveste a ler poetas brasileiros?
ou a ouvir Caetano Veloso
ou nem uma coisa nem outra?
Comment por Alexandre — August 31, 2005 @ 10:57 am
:P nem uma coisa nem outra….. Ando a preparar uma participaçao numa colectanea
:P:P:P:P
Comment por Piedade Araujo Sol — August 31, 2005 @ 11:13 am
sobre a escravatura?
Comment por Alexandre — August 31, 2005 @ 11:51 am
“Alguém te encontrou/
sem procurar/
E no céu um bando de aves festejou/
E tu estavas…”
Comment por Maria do Céu — August 31, 2005 @ 12:00 pm
Comment por Piedade Araujo Sol — August 31, 2005 @ 12:46 pm
sentei-me sem a presença do destino,
um quase nada…
pousado na bruma, deixei que tudo me invadisse,
foi então que voei…
Comment por almaro — August 31, 2005 @ 1:25 pm
Nota-se que o Alexandre compreende melhor o que escreve a Piedade que vice versa….
é bom que nem todos os comentários sejam a favor quando a poesia é tão de mázinha qualidade…..
Comment por Soul — September 6, 2005 @ 7:16 pm