Algas
Amar-te assim com a força da poesia
que sem querer
gravo em tudo o que faço e
sou
Amar-te assim ao clarear de mais um dia
em que descubro meu corpo
desnudado e
tranquilo
Amar-te assim onde as mãos tacteiam
quais algas desavindas
perdidas nas profundezas
das águas
Amar-te
© Piedade Araújo Sol
Funchal 04/09/2005

