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	<title>Comments on: Encenação</title>
	<link>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/</link>
	<description>blog de poesia inédita</description>
	<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 07:55:03 +0000</pubDate>
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		<title>by: miguel abreu</title>
		<link>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/#comment-1064</link>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2005 11:26:50 +0100</pubDate>
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					<description>Piedade amiga os teus poemas continuam excelentes e cada vez melhores! Este que acabei de ler tá excepcional. bjo. do amigo miguel.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Piedade amiga os teus poemas continuam excelentes e cada vez melhores! Este que acabei de ler tá excepcional. bjo. do amigo miguel.
</p>
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		<title>by: Pi</title>
		<link>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/#comment-1019</link>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2005 19:39:11 +0100</pubDate>
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					<description>:) obrigada a todos...por terem compreendido este poema....</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>:) obrigada a todos&#8230;por terem compreendido este poema&#8230;.
</p>
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		<title>by: almaro</title>
		<link>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/#comment-1018</link>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2005 17:36:34 +0100</pubDate>
		<guid>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/#comment-1018</guid>
					<description>O nosso “eu-mesmo” não nos mente porque SENTE, só o “eu-outro” nos engana porque grita  murmúrios surdos de um espelho negro. 
Os espelhos só nos falam verdade quando as imagens se desfragmentam em assimetrias. 
O encontro está na ousadia de transformarmos o “eu-outro”, no “eu-mesmo” sem perder a cor do sentir…
</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>O nosso “eu-mesmo” não nos mente porque SENTE, só o “eu-outro” nos engana porque grita  murmúrios surdos de um espelho negro.<br />
Os espelhos só nos falam verdade quando as imagens se desfragmentam em assimetrias.<br />
O encontro está na ousadia de transformarmos o “eu-outro”, no “eu-mesmo” sem perder a cor do sentir…
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>by: Maria do Céu</title>
		<link>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/#comment-1017</link>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2005 12:09:57 +0100</pubDate>
		<guid>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/#comment-1017</guid>
					<description>Nesse palco em que o grito é mudo, recebe-o nos braços o eco das montanhas, e as nuvens são a plateia que vigorosamente aplaude. E tu, és tu e a encenação é o começo sem vácuo... 
Para além de bonito é um notável trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Nesse palco em que o grito é mudo, recebe-o nos braços o eco das montanhas, e as nuvens são a plateia que vigorosamente aplaude. E tu, és tu e a encenação é o começo sem vácuo&#8230;<br />
Para além de bonito é um notável trabalho.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>by: ana maria</title>
		<link>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/#comment-1016</link>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2005 11:57:25 +0100</pubDate>
		<guid>http://madrigal.blogsome.com/2005/09/05/encenacao/#comment-1016</guid>
					<description>que bonito poema Piedade-parabéns

http://amcosta.blogs.sapo.pt</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>que bonito poema Piedade-parabéns</p>
	<p><a >http://amcosta.blogs.sapo.pt</a>
</p>
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